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terça-feira, dezembro 13, 2005

Google amplia sua hegemonia pela internet com novos serviços

Se restava alguma dúvida de que a Google é a empresa do momento, uma pesquisa de opinião divulgada em dezembro a colocou como a companhia de tecnologia mais proeminente, na frente de gigantes como a Microsoft e a Sony e à altura de empresas lendárias como a Coca-Cola.
O site de buscas ganhou fama e o vocabulário de hoje, o "googling" ou qualquer outra variante, faz parte do dia-a-dia de qualquer internauta do mundo.
Por tudo isso, é difícil pensar na Google como uma companhia que nasceu há menos de dez anos pelas mãos de dois estudantes universitários em uma garagem do Vale do Silício, e ainda mais que tenha crescido do nada aos bilhões de dólares em uma década onde outras empresas de tecnologia sofreram um grande baque.
A história da Google é contada nos jornais, nos vários blogs dedicados exclusivamente à multinacional e, mais recentemente, no novo livro do jornalista americano David A. Vise, "The Google Story", já traduzido para vários idiomas.
Especialistas consultados pela EFE acham que a companhia tem pano para manga, incluindo a extraordinária recompensa que a Google recebeu este ano em Wall Street.
Hellen Omwando, analista da empresa de consultoria Forrester, lembra que a Google conseguiu fazer das buscas uma "característica crítica" da rede e redefinir a publicidade "on-line".
O site de buscas "continuará impondo o ritmo de inovações nos serviços on-line durante os próximos um ou dois anos", afirma Omwando. Para Joe Bartlett, fundador da empresa de análise VC Experts, se trata de um fenômeno dificilmente comparável com algo, nem mesmo com o que aconteceu quando o "boom" da internet chegou ao auge.
O próprio Ray Ozzie, o guru da internet que Microsoft contratou este ano para que assumir os serviços na web do gigante da informática, havia elogiado a companhia, quando reconheceu que "todos aprendemos bastante com a Google". Mas nem tudo é positivo na trajetória da Google.
À margem de concorrentes tradicionais como a Microsoft ou a Yahoo, a empresa ganhou neste ano novos inimigos com o que talvez seja seu projeto mais ambicioso, a biblioteca digital.
Este projeto, que pretende reunir 15 milhões de obras em um catálogo on-line - que poderá ser acessado de qualquer parte do mundo -, gerou várias ações judiciais contra a Google por parte da Associação de Autores dos EUA e grupos editoriais, com a alegação de que a companhia está violando os direitos de propriedade intelectual.
Mais Informações: Último segundo

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