YouTube pode virar desafio para o Google
Do Último Segundo
O Google sempre fez questão de promover a cultura de ter pequenas equipes de engenharia com tempo livre para criar novos produtos, uma estratégia que, segundo o argumento da empresa, tornará a companhia mais inovadora do que outras organizações que funcionam de cima para baixo.
Mas, começando bem antes da sua abertura de capital em 2004, o Google não tem se furtado a comprar em vez de construir. A empresa fez mais de 15 grandes aquisições em áreas tão diversas como edição e hospedagem de blogs, pesquisa personalizada, formação de imagens por satélite, gerenciamento de imagens e tecnologia de telefonia celular.
E agora, tendo reunido um conjunto de produtos que estão se multiplicando rapidamente, os líderes do Google têm uma nova preocupação. Chame isso de disseminação do Google.
Ainda na semana passada, os fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page, e o diretor-presidente, Eric Schmidt, falaram de sua preocupação de que esse crescimento esteja confundindo os usuários. Eles observaram que os novos produtos, encontrados um nível abaixo da famosa home page espartana do Google, atrai menos atenção e tráfego do que gostariam.
A solução, disseram, será integrar cada vez mais os novos serviços e produtos aos aplicativos existentes como recursos adicionais. Mas esta abordagem será colocada em teste - e, na realidade, pode até mesmo entrar em conflito com sua maior aquisição até agora - com a compra do YouTube por US$ 1,65 bilhão.
Essa transação trouxe para a empresa uma escolha difícil - integrar o YouTube ao Google e se arriscar a perder uma das mais quentes marcas da internet, ou deixar o YouTube independente e se arriscar a diluir sua própria marca poderosa. Por enquanto, o Google diz que o YouTube permanecerá independente, mantendo uma "identidade de marca nítida" e complementando seu negócio de vídeo, o Google Video.
Porém, muito embora a empresa tenha descrito o Google Video na segunda-feira como "de rápido crescimento", ele tem tido problemas em se destacar entre os serviços de vídeo existentes na web, ficando bem atrás do YouTube, por exemplo. E um dos motivos talvez seja porque é apenas um entre as muitas ofertas abrigadas debaixo do teto do Google.

4 Comentários:
se formos levar em consideração o q eles fizeram com o writely, eu não me animo muito.
Por
Anônimo, Às
13 outubro, 2006
Concerteza sera um desafio, pois como o Google ja tem um sistema de Video, comprar o YouTube na minha opinião foi um pouco de egoismo misturado com muito medo de seu serviço (Google Video) não crescer como esperado. Unificar e fazer o serviço cair no gosto dos usuários sera uma tarefa muito trabalhosa!
Abraçus
Por
Anônimo, Às
13 outubro, 2006
Se o Google não comprasse o YouTube, o Yahoo! ou a Microsoft compraria.
Por
Anônimo, Às
13 outubro, 2006
Na minha opinião deve migrar os vídeos do Youtube para o Google Video, e deixando um redirecionador do YT para o serviço Google Video. Assim, crescerá e muito os usuários. E outra pedida seria implementar mais recursos para os uploaders.
Por
Anônimo, Às
13 outubro, 2006
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