Undergoogle

quarta-feira, novembro 30, 2005

E o Google Calendar?

Às vésperas do lançamento do Google Base, muitos analistas especularam que a gigante das buscas iria lançar um calendário online. Formaria o casal perfeito com o GMail (webmail da Google), nos informando de compromissos, lembretes e aniversários.

Mais de um mês após o lançamento do Base, temos a impressão de que nos fizeram esquecer do tão esperado Calendar. A Google não deu mais nenhum sinal da ferramenta. Os analistas não comentaram mais...

Em se tratando de Google, o silêncio pode significar novidades e quase sempre vem seguido de surpresas. Ou alguém poderia prever que a empresa de Montain View lançaria um webmail gigante baseado na web em um 1º de abril de 2004?

As evidência continuam demonstrando que o projeto do Calendar pode estar vivo: este endereço e este resultado de busca nos mantém convencidos disso.

Yahoo Mail vai aderir ao RSS

Seguindo os passos da futura integração "GMail + RSS", o Yahoo divulgou que também irá incorporar um leitor de feeds ao seu futuro webmail.

Para quem não conhece, RSS (ou feeds) é uma tecnologia que permite ao usuário ter acesso ao último conteúdo de um site sem que seja preciso de fato acessá-lo.

O novo e-mail do Yahoo já encontra-se em fase beta, fechado para apenas alguns usuários, e a partir da semana que vem deve incorporar o novo leitor de feeds. O recurso não será adicionado ao webmail atual.

Fonte: IDG Now!

Holandês transforma GMail em ferramenta "quase" P2P

A ausência de servidores para compartilhar seus arquivos pode estar com os dias contados. Um estudante holandês conseguiu, de forma que os engenheiros do GMail não puderam prever, oferecer o download de arquivos hospedados em seu webmail da Google para quaisquer pessoas, criando quase uma rede de compartilhamento completa de arquivos. A ferramenta só não é uma autêntica P2P porque os arquivos são baixados diretamente dos servidores da Google, e não do usuário.

Batizado de G2G Exchange, a ferramenta criada pelo holandês Robbie Groenewoudt permite que qualquer um baixe arquivos de seu GMail. Por segurança, a ferramenta permite compartilhar arquivos apenas de algum determinado Label (Etiqueta), protegendo sua caixa de entrada.

Para utilizar a ferramenta, é necessário fornecer email e senha ao sistema. Por isso, o próprio autor aconselha não utilizar seu email pessoal para isso, mas criar um outra conta com este único propósito.

O que nos resta é esperar para ver quanto tempo o gmail vai se manter quieto como servidor para redes de compartilhamento de aquivos, como a p2m e agora a G2G.

Fonte: Info Exame
Site oficial: G2G Exchange

Eu estou no Google Maps!

Somente para distrair:

Olha aí o que um maluco resolveu fazer: um marcador real do Google Maps. Pelo que percebemos ele quer ser encontrado, não sei pelo que, muito menos para quê. Mas ele quer ser encontrado!

Provavelmente o garotão está esperando a próxima atualização realizada pelos satélites, para ver se ele já aparece nas fotos do Maps!

Se a moda pega...

Google Base Blog

Mais um serviço da Google acaba de ganhar seu próprio blog oficial.

Para quem quer acompanhar o serviço de classificados da Google, basta ficar ligado no Google Base Blog.

terça-feira, novembro 29, 2005

Google ajuda cientista e vira nome de formiga

Da Folha Online:
O especialista em insetos Brian Fisher, da Academia de Ciência da Califórnia, resolveu homenagear a ferramenta de buscas Google ao nomear uma formiga do gênero Proceratium.

O nome Proceratium google surgiu porque o especialista "teria ficado impressionado" com a ajuda que recebeu dos funcionários do Google Earth. Isso aconteceu quando o pesquisador trabalhava para integrar funções deste serviço com informações de seu site, o AntWeb.

Graças ao trabalho em equipe, os usuários da ferramenta do Google podem ver o habitat das formigas do "AntWeb" em três dimensões e fazer buscas por estes insetos considerando a localidade onde vivem.
Colaboração: Dériqui

Parceria com Firefox já funciona para o Brasil

O Cosme nos reportou que a parceria entre Google e Firefox (veja mais: Google estreita parceria com Firefox) já está disponível para editores brasileiros do Adsense. Assim, quem quiser, pode inserir um anúncio do Firefox em seu site e receber um dólar para cada usuário que baixar e utilizar o Firefox, que claro já vem com a Google Toobar.

Do Adsense:
Quando um usuário fizer o download e a instalação do Firefox através da sua referência, nós creditaremos na sua conta até US$ 1,00
Veja uma imagem aqui!

Google fatura três troféus no Prêmio INFO

Da InfoOnline:

O Google foi um dos grandes vencedores da festa desta segunda à noite no Cantaloup, com três Prêmios INFO.

Dentro da área de Destaques, a empresa faturou dois dos mais importantes troféus da noite. O Google foi eleito como a Empresa do Ano, com 63% dos votos, e o Google Earth ficou com o prêmio de Software do Ano, na opinião de 67% dos eleitores. O terceiro troféu veio da área de Software, na categoria Busca: o Google Desktop, escolhido por 80% - o maior percentual de votação de todo o prêmio.

segunda-feira, novembro 28, 2005

Podzinger Audio Search

Seguindo o sucesso do Google Video, a empresa BBN Technologies lançou o PodZinger, um buscador de PodCasts.
O interessante do buscador é que, assim como no Google Video, ele consegue mostrar exatamente em que parte do podcast está o termo encontrado. Embora interessante, o mecanismo não cumpre com exatidão a função de buscar termos nos podcasts, além de não funcionar perfeitamente no Mozilla Firefox.

Aplicativo acelera buscas na web


Do Estadão Tecnologia:
Um plug-in lançado pela empresa Browster, de São Francisco, na Califórnia, promete acelerar buscas na web, feitas através do Internet Explorer 6.0 (ou versões superiores) e do Firefox.

A tecnologia permite mover o mouse sobre links de resultados e ver seu conteúdo sem a necessidade de esperar a abertura completa das páginas.

O Browster 1.0 , que pode ser baixado gratuitamente, funciona em sites de buscas como o Google e Yahoo e em de e-commerce como os do eBay e Amazon.

Download: Browster 1.0

sábado, novembro 26, 2005

Do IDGNow!
O Google sofreu, durante toda essa semana, problemas com alguns de seus websites ao redor do mundo, incluindo o Gmail, Google Base e mecanismos de busca localizados.

Segundo a publicação alemã de tecnologia Heise, a versão alemã do Google (www.google.de) apresentou problemas a partir da segunda-feira (21/11), 16h do horário local, e se estendeu até a quarta-feira (23/11).

No blog especializado em buscas Google Blogoscoped, usuários da Índia, Rússia, Tailândia, Romênia e Estados Unidos também reclamaram de problemas com o Google Analytics, AdSense, Groups e até mesmo o Google Earth.

O Google não revelou o motivo das dificuldades.

Colaboração: Dériqui

sexta-feira, novembro 25, 2005

Google Space: A expansão para o mundo físico está começando!

Google Space. Este é o nome do espaço criado pelo pessoal do Google no Aeroporto Heathrow, em Londres. Um espaço que permite ao usuário navegar na internet e interagir com os serviços com marca Google, como fazer busca, verificar e-mail, procurar por mapas. Veja mais fotos aqui.

Dotado de 10 laptops Samsung que estão disponíveis para o uso gratuito, o serviço demonstra o interesse da gigante do mundo virtual em conquistar o mundo físico. Isso fica provado com a rede wi-fi lançada em São Francisco e do anúncio da execução do projeto de implantarão de uma rede wi-fi grátis também em Mountain View, sede da empresa.

2005 foi o ano dos lançamentos, (foram muitos!), e 2006? O próximo ano pode ser o ano físico, o ano em que a Google começa a mostrar a cara e invadir espaços físicos. Essa expansão está apenas começando e deverá se espalhar para os locais onde a empresa tem sede. Começou pela Inglaterra, onde há uma base e participação relativamente grandes e deve partir para outros locais espalhados pelo mundo.

Para a felicidade de todos, temos o Google Brasil e uma pequena base em São Paulo e Minas Gerais, isso pode ajudar que compartilhemos das novas ferramentas que a Google disponibilizará para o mundo nos próximos dias. Duvida disso? Desde a contratação de pessoal no Brasil, já ganhamos vários serviços, que antes somente eram disponibilizados para o mundo. Exemplos? Google News Brasil, Google Busca de Livros, Picasa, Google Desktop 2, Busca de Blogs.

quinta-feira, novembro 24, 2005

Anúncios por Telefone!

Por Leonardo Spricigo:

O Google começou a colocar em prática um serviço para anunciantes onde um ícone de telefone aparece ao lado dos anúncios do site. Você entra com seu telefone ali e recebe um telefonema do Google, que transfere sua ligação para o anunciante (ou seja: o anunciante não fica sabendo qual seu número).

Leia mais: Yardley.ca

Google tenta acordos com editoras brasileiras

Do Valor Econômico:
Lançado há dez meses nos Estados Unidos, o "Programa Google para Pesquisa de Livros" ainda provoca discussões sobre direitos autorais. Apesar da polêmica, a empresa americana já conseguiu fechar pelo menos um contrato no Brasil, onde o projeto ainda não está operando.

A Callis Editora é a primeira, e talvez a única, a ter aceitado a proposta. A editora, especializada em infanto-juvenis, possui 350 títulos em catálogo, sendo que 40 deles já estão disponíveis na internet (www.books.google.com).

No Brasil, o debate de prós e contras do programa está ganhando força agora com o recente assédio da empresa. Segundo Marco Marinucci, gerente de desenvolvimento de parceiros do Google, o programa está se expandindo e, "em poucos meses", chegará ao Brasil.

A ferramenta permite ao usuário, a partir de uma palavra-chave, encontrar títulos de editoras de diversos países. O usuário terá acesso a obras de domínio público (respeitando a legislação de cada país).

Se o livro ainda estiver sob as regras de direitos autorais, o internauta pode visualizar quatro páginas da obra selecionada: duas páginas anteriores e duas posteriores, tendo como ponto de partida a palavra-chave pesquisada.

Até agora, a maior parte das empresas brasileiras está analisando os contratos recebidos do Google com muita cautela. Paulo Rocco, presidente da Rocco e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), diz que os editores estão "discutindo muito e analisando o assunto".

Ele acredita que o livro pode ser disponibilizado na internet, até como uma forma de facilitar a vida dos estudantes e combater a pirataria de livros. Porém ainda é preciso "pensar qual a melhor forma de trilhar este caminho"
Colaboração: Paulo Scorpii.

Ação de Graças no Gmail

Quem tem a interface em inglês no e-mail da Google levou um susto ao abrir sua caixa de mensagens hoje. Tudo porque, pela primeira vez, o Gmail também ganhou logo diferenciada para datas comemorativas. O logo recefere-se ao famoso feriado americano de Ação de Graças e deve ficar no ar até o final das comemorações.

Leia mais sobre as logos do Google:
Agradecemos a todos que nos alertaram sobre a mudança bem como a todos que estão nos ajudando com o envio de matéria, como nosso tempo de trabalho para o blog teve que ser reduzido (temos nossos compromissos), a colaboração dos leitores está sendo vital para o sucesso do Blog!

quarta-feira, novembro 23, 2005

Google desativa inscrições do Analytics

Do InfoBRAS:
De acordo com a página de registro do Google Analytics, o sistema desativou as inscrições temporariamente. O link para adicionar novos perfis também foi removido, pois cada conta podia monitorar 40 web sites diferentes. Em uma semana, o serviço saiu do zero e atingiu a marca 234,725 contas criadas e cerca de 200 mil perfis adicionais.

A empresa alegou que a forte demanda fez com que eles limitassem o número de adesões até aumentarem a capacidade. Muitos usuários do Analytics mostraram-se insatisfeitos. Alguns até sugerem a mudança de acesso apenas para convidados, como acontece com o Gmail.

Apesar desse problema, o serviço funciona bem. O usuário tem acesso a várias ferramentas de análise de tráfico, conteúdo e campanhas publicitárias. A intenção é ajudar o usuário a otimizar o site, atrair mais internautas e gerar mais vendas.

Nós do undergoogle notamos que o serviço esteve muito instável nos primeiros dias, obrigando a mudarmos a interface para o idioma inglês para poder utilizá-lo.

Quer saber mais sobre o Google Analytics? clique aqui.

Colaboração: Daniel Brito.

Froogle ganha recursos do Google Local

O mini shopping da Google, o Froogle ganhou um recurso interessantíssimo! Agora além de buscar por produtos em shoppings virtuais, o serviço oferece a opção de mostrar o mapa das lojas que contenham o produto buscado para um determinado local. Assim Froogle e Google Local estão juntos para levar maior conveniência aos usuários, que devem especificar o produto e o local onde desejam procurar, que a ferramenta busca as melhores ofertas para o produto além de mostrar a localização da loja (veja um exemplo).

A Google ainda promete uma integração entre o novíssimo Google Base com o Froogle, incentivando usuários a anúnciar no Base, prometendo que alguns dos resultados serão aproveitados pelo Froogle (veja: Sell on Froogle).

Pena que o serviço funciona somente em inglês, mas esperamos que logo ele esteja disponível para o público brasileiro.

A junção começa a mostrar o petencial que a Google tem em mãos, se a empresa souber unir seus produtos para facilitar as buscas feitas pelos usuários, realmente se consolidará no mercado e tornar-se-á inatingível!

terça-feira, novembro 22, 2005

Google doa US$ 3 mi à Biblioteca do Congresso

da Info Online:

SÃO PAULO – O Google anunciou a doação de US$ 3 milhões à Biblioteca do Congresso americano para que possa digitalizar itens raros de seu acervo.

A idéia da empresa é criar uma versão digital da biblioteca. O Google é a primeira empresa privada a contribuir para o projeto World Digital Library (WDL), da instituição. A biblioteca está na fase de planejamento das bases tecnológicas da WDL, que conterá principalmente documentos raros, como manuscritos.

Esta não é a primeira vez que o Google e a Biblioteca do Congresso trabalham juntos. Os dois já digitalizaram 5.000 livros de domínio público. A empresa ainda vai digitalizar trabalhos de valor histórico da seção de direito da biblioteca. (mais...)

Colaboração: Fernando F. C.

Google peca no português

Isso mesmo. O Google, que vive corrigindo nossos termos de buscas na web, dessa vez errou feio.

Seu novo recurso do Google AdSense, o "Anuncie neste site", simplesmente virou "Anucie neste site", sem o "n".

Fonte: brunotorres.net

segunda-feira, novembro 21, 2005

Google corrige segunda falha do mês no Gmail

Da IDGNow!

O Google confirmou nesta segunda-feira (21/11) que, silenciosamente, corrigiu uma grave falha no Gmail, que permitia a um hacker capturar e controlar completamente a conta de algum outro usuário.

Em outubro, o problema foi reportado ao Google pelo site espanhol Elhacker.net e corrigido desde o dia 18, porém sem qualquer notificação pública no website do Gmail.

Também em outubro o Google afirmou ter corrigido uma falha no Gmail que permitia a usuários maliciosos capturarem contas de outros internautas ou criar golpes de scam.
Colaboração Arthur Jacob.

Google: Cada vez mais opções nas buscas!

Há uma grande diferença para buscas realizadas entre o Google Brasil e o Google Oficial, o google.com. No buscador americano, cada vez mais novos recursos surgem para facilitar a navegação dos usuários. Esta manhã, buscando por meu nome, percebi que a versão americana do buscador é bem mais inteligente e robusta, uma vez que para o nome "Fernando" ele retornou o resultado padrão para a palavra chave, além de outras duas sugestões para o mesmo nome e no final da página ele sugeriu a busca do termo no Google Book Search.

O recurso de múltiplas sugestões já está presente no serviço a tempos, mas como somente agora consegui achar um resultado concreto, aí resolvi falar sobre ele!

A otimização dos resultados associada ao Personalized Search rendem resultados cada vez mais agradáveis, e como citado aqui em comentários de alguns leitores, o Google caminha para um futuro mais semântico para o mundo das buscas.

Muitos outros pequenos recursos estão sendo implantados no buscador, bem como em seus irmãos. Uma das ferramentas de busca que recebeu novos recursos recentemente, foi o Google Vídeo, que agora conta com uma opção que cria uma espécie de playlist ( Play these videos back-to-back) com os vídeos encontrados para um determinado resultado, além de exibir uma lista de vídeos relevantes ao que está sendo assistido no momento.

Gates: A Microsoft não teme o Google

Do Winajuda:

Em entrevista a um jornal israelense, Bill Gates disse que sua empresa vê o Google como uma ameaça, mas não teme, de maneira alguma, a gigante das buscas. Entretanto, Gates concorda com a avaliação de que a Google é uma competidora direta da Microsoft. Ele disse ainda que a Microsoft tem planos que farão efeito nas próximas seis semanas, e espera que isso corte o domínio da Google no mercado de buscas online.

"Nós não tememos o Google, mas há uma intensa competição entre nós", disse Gates ao periódico. Disse ainda que respeita o pessoal que trabalha lá, mas a pesquisa ainda pode ser feita de maneira melhor que a Google já tem conseguido. Gates ainda acrescentou que a Microsoft não tem planos de fazer aquisições (de empresas) da área de buscas a curto prazo.

Acompanhe a polêmica história de guerra entre Google e Microsoft.

sábado, novembro 19, 2005

Alemães criam sistema melhor que o Google

Do Estadão:
Como no conto de fadas, o Google poderia perguntar: “Diga espelho meu, há sistema de buscas melhor do que o meu? “Não, responderia o espelho mágico”. Por pouco tempo. O Instituto Fraunhofer, com sede na Alemanha, anunciou hoje a criação do ConWeaver, um novo buscador que, dizem os especialistas, irá revolucionar a internet.

O Google é um sistema de buscas textual, isto é, ele pesquisa na web por palavra-chave. Digamos que se faça uma busca, em inglês, por Golf, o esporte. Os resultados retornados pelo Google incluirão também Golf (acidente geográfico) e Golf ( marca de automóvel). Tudo de forma desordenada.

Já o ConWeaver, segundo o Thomas Kamps, pesquisador do Frauhhofer, faz garimpagens semânticas. No caso acima, ele “sabe” que Golf pode significar várias coisas e, desse modo, traz resultados agrupados ordenadamente ( tudo sobre Golf como esporte, tudo sobre Golf como acidente geográfico e tudo sobre Golf como carro), facilitando a vida do internauta.

Por enquanto, o ConWeaver estará disponível apenas para uso em redes de computadores empresariais. “Estamos limitados a certos temas, como microbiologia e engenharia de construção, mas logo estaremos disponibilizando conteúdos mais gerais para os internautas de todo o mundo”, disse Kamps à BBC.
Colaboração: Pedro Paulo Campos

sexta-feira, novembro 18, 2005

Google: O mundo em um só lugar!

Que a Google tem o objetivo de concentrar todas as informações do mundo em um só lugar, é inegável. E realmente é o que está acontecendo ultimamente.

Para sagrar-se o rei da internet e dominar todo o mercado de informações, basta somente direcionar também o tráfego da internet para seus servidores. Esse último, polêmico e desafiador projeto vem sido desenvolvido sobre uma rede gratuita Wi-fi, que já funciona em São Francisco (veja: Google Oferece wi-fi gratuíto em São Francisco) e estará ativa em Mountain View nos próximos dias. (veja: Wi-fi grátis em Mountain View)

Para o resto do mundo, como concentrar o tráfego? Escondido atrás do Google Web Acelerator, está este concentrador de tráfego, pois segundo a empresa quando você instala o programa, todo o tráfego será gerenciado a partir dos servidores da empresa, que farão o serviço de acelerar o tráfego de informações, tendo as páginas já pré-carregadas e “turbinando” o acesso das páginas no browser do usuário.

Hoje (18) foi lançado o Google Web Accelerator 0.2.62.80 (Beta), que está disponível para Internet Explorer e Firefox e, segundo a empresa, somente terá funcionalidade integral para usuários da América do Norte e Europa.

Com essa ferramenta, a Google tem acesso a tudo o que você acessa e qual a freqüência que o faz. Isso gera um pouco de desconfiança e desconforto para muitos usuários, embora todos saibam que a empresa tem o objetivo de não ser mau com seus usuários.

Leia mais: Google: O centro da internet

quinta-feira, novembro 17, 2005

Ações do Google batem US$ 400

Da IDGNow!
As ações Google em circulação na bolsa de valores norte-americana Nasdaq operam em alta nesta quinta-feira (16/11) e ultrapassaram a marca de 400 dólares.

Durante a manhã os papéis estavam cotados com alta de 0,74% a 401,11 dólares cada. No entanto, o maior valor do dia chegou a 403,81 dólares por papel, quebrando o recorde anterior de 52 semanas que indicava a cotação de 398,85 dólares.

O valor registrado nesta quinta-feira é 132% superior ao verificado um ano atrás, quando o buscador teve os papéis negociados a 172,5 dólares cada. Na comparação com o primeiro dia de negociações na Nasdaq (19 de agosto de 2004) as ações subiram praticamente 300%. Na ocasião, os papéis fecharam a 100,34 dólares.

Atualmente a companhia tem um valor de mercado estimado em 71,9 bilhões de dólares, de acordo com dados da Nasdaq.

Fotos do GooglePlex de Londres

Confira imagens da Novíssima Sede do Google em Londres. O GooglePlex londrino fica próximo à Victoria Station e tem espaço para aproximadamente 200 empregados. A nova sede acaba com o problema de espaço, uma vez que a tempos a empresa vinha procurando uma nova sede para sua base em Londres, que vem crescendo e conquistando o mercado europeu.


Mais 5 fotos podem ser vistas no site ZDNews

Google Book Search

Não! Não é mais um serviço novo, mas sim uma atualização de nome. O Google Print implantou um novo conceito, o de buscas em livros. No serviço pode-se ler algumas obras raras, e navegar em uma biblioteca virtual invejável. O serviço somente sofreu uma atualzação de nome, e agora passa a se chamar Google Book Search.

Bom, por que a mudança? Segundo o blog oficial da empresa, o nome Google Print gerava muita confusão entre os usuários, uma vez que muitos achavam que o serviço servia para imprimir livros, trabalhos ou até páginas da internet, então, nada mais lógico do que mudar o nome para um mais sugestivo e que realmente tenha a ver com o que o recurso oferece, a busca de fragmentos de livros, que segundo a própria empresa tem o objetivo de incentivar os usuários a comprar ou emprestar o livro buscado.

Fonte: Google Blog

Doodle 4 Google

Doodle 4 Google foi uma competição, realizada em Outubro, em que crianças que estudam próximas à sede da Google em Londres foram convidadas a enviar um desenho com sua interpretação do Google. A empresa recebeu centenas de desenhos criativos feitos pro crianças e adolescentes.

Os desenhos foram avaliados por uma comissão julgadora, composta por professores e funcionários do Google, além de Dennis Hwang, responsável pelas logomarcas comemorativas que vão ao ar no Google anualmente.

A logo ao lado foi feita por Katherine Vetter, de 5 anos, e demonstra que a paixão pelo Google está começando cada vez mais cedo.

Confira os finalistas aqui.

Se algum dos marmanjos que freqüenta o blog tiver interesse em arregaçar as mangas, abrir o photoshop e criar uma logo criativa, podemos criar uma galerias das melhores logos aqui no site.

Você conhece o Logoogle? Veja a matéria!

quarta-feira, novembro 16, 2005

Google Base já funciona!

Quer vender algo? Anunciar algum evento? Promover seu site ou blog? Publicar notícias de sua autoria na internet? Procurar um trabalho? As funcionalidades que o Google Base proporciona são quase infinitas.

Após duas semanas do lançamento oficial, hoje foi aberto ao público o Google Base. O serviço possibilita aos usuários que tenham uma conta no Google a oportunidade de publicar notícias, anúncios e pedidos nos servidores da Google. Estas publicações serão disponibilizadas nos servidores da Google, e distribuídas em um serviço de anúncios parecido com o Adwords. Para cada item criado é necessários descrever algumas palavras-chave, que vão ser utilizadas para a relevância de seu item nas buscas, dependendo do seu item e sua relevância, ele poderá aparecer nas buscas do Google ou em outros serviços da empresa, como o Froogle por exemplo.


Você pode anunciar um produto, colocar descrição, anexar uma imagem, usar o Google Maps para localizar o produto ou seu endereço e utilizar o Google Vídeo se quiser anexar um vídeo do produto. Cada anúncio tem sua página própria (veja exemplo), o que facilita a distribuição do anúncio, além de cada autor ter também uma página com todos os itens criados (veja exemplo).

A ferramenta parece um prato cheio para os Bloggers, uma vez que eles poderão usar o serviço para publicar notícias, promover seus blogs, templates ou serviços de webdesign.

Pode-se submeter feed inteiros de seu blog ou site. A ferramenta aceita a publicação de feeds RSS 1.0, RSS 2.0 e Atom 0.3. Usuários mais avançados podem utilizar um servidor de FTP disponibilizado pelo serviço para publicar seus itens.

O serviço é realmente grandioso e ainda precisa ser totalmente desvendado. Nos próximos dias estaremos falando mais sobre ele. Achou algo interessante sobre o Base? Faça um comentário!

Para discutir sobre o Base, você também pode visitar a comunidade que criamos no Orkut (visite).

Google News Brasil

Parece que quarta-feira é realmente o dia X para o Google. Surpreendentemente quase toda quarta-feira algum dos serviços da empresa sofre atualização ou é lançado!

Para hoje (16) foi anunciado o lançamento do Google Base, que estaremos falando mais tarde, e o lançamenento mais esperado para o Brasil foi confirmado! O Google News já está funcionando com a língua portuguesa, isso era o que realmente faltava para o serviço se difundir no Brasil.
Visite: Google Notícias Brasil

terça-feira, novembro 15, 2005

Novos domínios...

E a Google não para de adquirir novos domínios. Desta vez comprou GoogleMagazines.com, Googlepapers.org, GoogleMicrofilm.com e GoogleLibrary.org também nos formatos .com, .net, e .info. O que está por vir? Talvez algo associado à mídia impressa? Não sabemos realmente.
Um fato interessante que rolou hoje na internet foi o aparecimento do domínio Googlefire.com, em que alguém registrou o domínio e está esperando que a Google compre o Firefox e assim possa utilizar o dimínio Googlefire. O domínio encontra-se a venda no EBay por "míseros" US $100,000.00 (cem mil dólares).

O Google é testemunha!

do Terra Tecnologia:
Especialistas forenses chegaram à conclusão que Robert Petrick, acusado de assassinar sua esposa há dois anos nos Estados Unidos, buscou no Google, site de procura online, as palavras "pescoço", "quebrar" e "segurar". Os dados estão sendo apresentados como prova contra Petrick em seu julgamento. As informações são do site wral.com.
Mais de dois anos depois que o corpo de Janine Sutphen foi encontrado boiando em um lago da cidade de Raleigh, capital do estado da Carolina do Norte, os investigadores continuam encontrando evidências contra Petrick nos 12 computadores que tinha em casa.
Na última semana, investigadores forenses descobriram que Petrick teria pesquisado sobre níveis de água do lago, correnteza e lugares com tráfego de barcos apenas quatro dias antes de sua esposa sumir, em 22 de janeiro de 2003

A Google já domina o Mundo

Caros, não vou fazer previsões, nem me basear em sonhos aqui, quero somente falar que o Google não vai dominar o mundo, pois ele já o domina. Antes de gerar qualquer conflito e um anti-Google fazer comentários anônimos com ataques ao blog e à Google, vou garantir aqui que estou me baseando em fatos reais e que são inegáveis.

Eles sabem o que queremos!

Ter um sistema de buscas é, perigosamente, saber o que as pessoas gostam, onde elas gostam de ir, o que elas ouvem, comem, bebem e lêem. Pense que milhares de pessoas passam diariamente pela home do google.com e depositam naquela caixinha de busca todos seus desejos, dúvidas e esperanças. Assim o Google sabe o que você quer, procura ou espera. E isso não é nenhum segredo, basta visitar o Google Zeitgeist; ali há um ranking semanal dos termos mais buscado nos Estados Unidos e no mundo. Alguém ainda duvida que a empresa saiba do que gostamos e do que precisamos? Imagine se a empresa lançar um produto, como por exemplo um sorvete, ela saberá, antes de entrar no mercado, qual o sabor que o público tem preferência, como eles gostam que o sorvete seja servido e onde elas preferem comprá-lo. Essas informações não seriam obtidas por pesquisas superficiais, mas sim por informações diárias depositadas por todos os tipos de pessoas de todo o mundo no serviço de buscas da empresa. Isso é ou não dominar o mundo?

Para que comprar um jornal impresso ou esperar uma revista mensal, se você pode achar notícias em tempo real sobre qualquer assunto no Google News? O serviço de notícias da empresa está revolucionando o mercado de notícias, deixando seus usuários bem mais informados e também fornecendo ao gigante das buscas tudo o que as pessoas gostam de ler, quais as empresas ou pessoas que geram mais notícias e quais os assuntos que ganham mais destaque na mídia.

Eles sabem quem somos!

Mais de dez milhões de perfis criados no Orkut. A Google tem acesso ao perfil de todos que tem acesso ao Orkut, e essa base de dados, que cresce diariamente, mostra como as pessoas se comportam, o que gostam e como se relacionam. O Blogger também mostra à empresa tudo o que as pessoas pensam. Não é a toa que a empresa criou o BlogSearch, ela sabe que o futuro pertence ao compartilhamento de informações e como atualmente os blogs tem se tornado uma das principais fonte de informação alternativa no mundo. A empresa está investindo neste meio para colher frutos a médio prazo e concentrar uma base invejável de informações.

Como assim, já dominou o mundo?

A Google conhece nossos hábitos, desejos e dúvidas, portanto, qualquer produto que ela lançar será sucesso. É fato: as buscas revelam o que realmente é sucesso ou o que não tem poder de atração sobre os usuários. Assim não precisamos mais nos assustar com o lançamento de serviços inovadores, pois temos que lembrar que a empresa sabe onde está pisando, ela sabe agradar os usuários, não só por ter alguns dos maiores gênios da informática e internet em seus corredores, mas por saber o que as pessoas gostam.

É previsível que o futuro encontra-se na internet e que a Google dominará o mundo a não ser que outro mecanismo de busca consiga tirar proveito de suas estatísticas e ter sucesso igual ou superior ao que a Google obteve nos últimos anos. Enquanto nenhuma outra empresa toma iniciativas realmente grandes e inovadores a Google continua dominando o mundo e lançando serviços inovadores e que agradam ao público, fazendo com que seu capital cresça assustadoramente a cada novo trimestre.

Medo?

O fato da Google saber tudo sobre seus usuários não é motivo de medo grandioso, pois quanto mais a empresa souber de seus usuários, mais flexíveis e agradáveis serão os programas e serviços da empresa. É lógico que certas medidas são necessárias para a privacidade das pessoas, mas antes que alguém saia por aí condenando o Google e apagando perfil no orkut, devemos lembrar que a privacidade, embora polêmica, é uma preocupação da Google e nenhum dado seu será usado para seu mau, até porque o primeiro lema da empresa era “não seja mau”, portanto, embora a empresa queira concentrar todo o mundo em um só lugar, ela não tem objetivo de explorar isso maleficamente, até por que não pode jogar ao vento toda a credibilidade conquistada em seus sete anos de existência.

Uolkut

Com duras críticas ao serviço de relacionamento Orkut, da Google, a UOL lançou para testes seu serviço de relacionamento. Batizado de UOLkut, o serviço que deixa já na primeira tela o recado de que é uma ferramenta semelhante ao Orkut, porém mais ágil e sem servidores instáveis.

Com a frase - Seus amigos estão cansados da mensagem "No donut for you"? - o serviço da UOL dá a cada usuário uma página com endereço livre que pode se acessada por qualquer pessoa, mesmo que não esteja logada ou participando do UOLkut. Parece uma mistura de Blog, Flog e Orkut. O serviço tem um layout simples e dinâmico que parece estar pronto para agradar e conquisar um pouco do absurdo tráfego que o Orkut rende à Google e seus serviços.
Para utilizar, basta visitar a home do serviço e utilizar a sua conta da UOL, Bol ou outros serviços da UOL, ou então escrever-se para uma conta gratuíta.
Visite nossa comunidade no UOLKut: http://undergoogle.comunidade.uolkut.com.br

segunda-feira, novembro 14, 2005

Google estuda empréstimo de livros pela Internet

O Google entrou em contato com uma editora para avaliar o interesse em um programa que permita aos consumidores emprestar livros através da Internet durante uma semana. A informação foi publicada no The Wall Street Journal.

A tarifa proposta é de 10% do preço de venda do livro, afirmou o jornal citando um editor que preferiu não se identificar.

Leia mais: Terra Tecnologia

Microsoft admite temer Google

A Google talvez consiga, em pouco tempo, o que outras empresas vêm tentando a muitos anos: tomar o mercado da Microsoft.

A Microsoft sempre foi alvo de gigantes campanhas concorrentes, e não é a toa: o carro-chefe da empresa, o Microsoft Windows, emplaca simplesmente em mais de 90% dos desktops. Seu caríssimo pacote de escritórios se tornou um padrão no mercado. E sua linha de servidores é a integração perfeita com outros produtos da companhia. Este conjunto de sistemas/ferramentas deu à Microsoft a posição de líder de mercado de software até os dias atuais. Até os dias atuais.

Larry Page e Sergei Brin, fundadores da Google, conseguiram difundir um novo modelo de software: online, simples e gratuíto. Essa é a base dos serviços da Google, bastante diferente do modelo pago e "desktop-based" da empresa de Bill Gates. E este tem se mostrado um modelo bastante atrativo para usuários finais.

Esse novo modelo tem como base a publicidade. Como num canal de televisão aberta, você não paga pela produção dos programas. Quem paga são os anunciantes do horário. O mesmo funciona na Google: busca, email, grupos, praticamente tudo é suportado por anunciantes. E a grande sacada da empresa foi elevar a relevância dos anúncios, tornando-os mais "atrativos", o que permite um preço maior de oferta.

Voltando à Microsoft: há alguns dias Ray Ozzie, diretor de serviços para a internet da Microsoft, enviou uma carta aos funcionários incentivando uma adesão ao modelo de negócios like-Google. Isso vem logo após uma reestruturação interna que a empresa fez para acompanhar a concorrência (entenda-se Google e Yahoo!).
Semana passada, veio a confirmação que Bill Gates também enviou uma carta interna aos altos executivos de sua empresa, dizendo que "a empresa atravessa um momento delicado devido à boa fase de seus concorrentes diretos, como a Google. Esta próxima onda de serviços será muito desestabilizadora", confirma o co-fundador da Microsoft. "Temos concorrentes que aproveitarão a oportunidade para nos desafiar", diz ainda na carta.
A Microsoft já está trabalhando em serviços online, e os primeiros resultados já estão aparecendo, como o Windows Live e Office Live.

Google Analytics: era tudo o que os Webmasters queriam!

Em 1995 foi fundada em San Diego, EUA, uma empresa chamada Urchin Software, nome que em português significa, entre outras coisas, “ouriço-do-mar”, aquele invertebrado marinho que parece uma bolota cheia de pontas. A Urchin fornecia uma solução para análise de sites na web visando inteligência de marketing, ferramenta esta usada por 20% das grandes companhias Fortune 500 e por empresas menores também, num total de mais de um milhão de sites no mundo inteiro.

No dia 3 de maio de 2005, a Urchin foi comprada pelo Google, o que por si só já é uma prova de que a ferramenta deles é caprichada. Ela fornece aos donos de sites informações que permitem a eles reequilibrar o conteúdo disponível de modo que seus visitantes possam navegar melhor. O objetivo é aumentar o chamado ROI (return over investment = retorno sobre investimento).

Logo que foi lançado como serviço, o Urchin custava mensalmente US$ 495. Já depois da compra pelo Google, esta mensalidade passou para US$ 199. E agora, Seguindo a linha “Grátis é mais gostoso”, o serviço passou a ser totalmente GRATUÍTO e contar com sua interface em mais idiomas, assim, qualquer pessoa pode integrá-lo ao seu site. Com o nome de Google Analytics, o serviço dará ao webmaster elementos para aperfeiçoar campanhas de marketing online, melhorando a aparência das páginas e explorando melhor os hábitos e preferências de navegação dos internautas. Assim, o Google Analytics combinado com o Adwords prometem melhorar a renda dos donos de sites que usarem o serviço.

Para cadastrar-se, baste ter um site, e uma conta no Google. O registro é fácil e o serviço fornece um script que deve ser colocado nas páginas a serem analisadas, após confirmado o registro e localizado o script nas páginas, o webmaster tem 12 horas para começar a receber as primeiras análises.

Visite: Google Analytics em português.

Saiba mais sobre o serviço

domingo, novembro 13, 2005

Cubo mágico em 29 segundos!

Depois que a Google anunciou o Google Video, diversos usuários começaram a enviar seus vídeos caseiros para o programa.

Encontramos um vídeo bastante curioso no sistema: um jovem, em exatos 29 segundos, consegue montar um enigmático cubo mágico!

Assista ao impressionante vídeo aqui.

Para enviar seus vídeos ao Google Video, basta baixar o Google Video Uploader e possuir um Google Account (Conta Google).

Metrô de Nova Iorque no Google Maps

O site New York On Tap criou uma aplicação bastante interessante: adicinou ao Google Maps um mapa do metrô de Nova Iorque.

Para os curiosos que quiserem conhecer a badalada rede de estações da Megalópole americana, é uma ótima oportunidade. :)

Visite: Google Subway Map

O que a "Revolução Google" pode causar?

Por Paulo Scorpii
O texto abaixo saiu no Estadão deste domingo (13). Trata-se de um texto imperdível porque dá uma boa idéia do pavor que tradicionais setores da economia têm da "Revolução Google". Se dependessem de alguns deles, a Google seria riscada do mapa. O texto, que originalmente foi publicado no The New York Times, também mostra que o consumidor, graças aos sistemas de buscas, terá uma arma cada vez mais poderosa: a informação em tempo real. Não é à toa que a Wart-Mart, a maior empresa de varejo do mundo, acompanha a Google com uma extrema cautela.
Estado de S.Paulo Domingo, 13 de novembro de 2005
Lojas, editoras, jornais, imobiliárias. Todos temem o 'efeito Google'. O Google e outros sites de busca, cada vez mais completos, informam ao consumidor onde encontrar o menor preço.

Steve LohrThe New York Times

NOVA YORK - A Wal-Mart, a maior rede varejista dos Estados Unidos, freqüentemente intimida suas concorrentes e seus fornecedores. Fabricantes de todo tipo de produto, de fraldas a DVDs, precisam ceder constantemente a seus caprichos. Mas existe uma companhia que até a Wal-Mart vê com cautela hoje em dia: o Google, empreendimento criado há sete anos que pertence a um setor aparentemente distante da rede varejista. "Observamos o Google com muita atenção na Wal-Mart", admitiu Jim Breyer, membro da diretoria da companhia.
No Google, a Wal-Mart enxerga um pioneiro da tecnologia e, ao mesmo tempo, a semente de uma ameaça, afirmou Breyer, que também é sócio de uma firma de capital de investimento. O temor é que o Google, ao tornar a informação disponível em toda parte, possa em breve ser capaz de dizer aos fregueses da Wal-Mart se existem pechinchas melhores nas proximidades.
A Wal-Mart não está sozinha em sua preocupação. À medida que o Google exerce cada vez mais a função de ponto de partida para a busca de informações e a compra de produtos e serviços, empresas que há apenas um ano não se consideravam concorrentes diretas do serviço de pesquisas na internet começam a vê-lo com certa angústia - misturada com uma dose de admiração.
As recentes iniciativas do Google provocaram apreensão em setores que vão da publicação de livros às telecomunicações. Entre os ramos já atingidos pelo "efeito Google" estão a publicidade, o software e a mídia noticiosa. Além do varejo, a presença incômoda do Google poderá em breve ser sentida nos setores imobiliário e de venda de automóveis.
O Google, o gigante que domina a pesquisa na internet, poderá ampliar seu alcance econômico nos próximos anos, à medida que mais pessoas usarem o acesso rápido à rede e os celulares se transformarem em ferramentas de busca completas, segundo analistas. E programas de computador cada vez mais inteligentes, dizem eles, vão separar e organizar depósitos digitais cada vez maiores de notícias, imagens, listagens de imóveis e relatórios de trânsito, fornecendo resultados mais parecidos com os conselhos de um especialista humano confiável.
Tais avanços, prevê a consultora de tecnologia Esther Dyson, motivarão "uma enorme redução da ineficiência em toda parte". Isto, por sua vez, seria uma força perturbadora para todo tipo de setor e de trabalhador. Mas também recompensaria os consumidores com preços mais baixos e criaria oportunidades para novas companhias. O Google, então, pode acabar tendo um impacto maior do que o exercido pelos campeões anteriores da internet, como o varejista virtual Amazon e o site de leilões eBay. "O Google é a concretização de tudo o que esperávamos da internet e que não havia realmente acontecido antes do Google", disse David B. Yoffie, professor da Escola de Administração de Harvard.
O Google é, certamente, somente uma das companhias na vanguarda da disseminação da tecnologia da internet. A concorrência nessa área tem se mostrado bastante acirrada, e ele pode tropeçar. Só no mercado das buscas, enfrenta rivais formidáveis como a Microsoft e o Yahoo. A Microsoft, em particular, trabalha duro para alcançar o Google nas pesquisas na internet. "Isto é concorrência feroz, não tenha dúvida", disse Bill Gates, o executivo-chefe da Microsoft. "O momento mágico virá quando nossa busca for comprovadamente melhor que a do Google", afirmou, sugerindo que isto poderá acontecer daqui a cerca de um ano.
No entanto, além de seu status de favorito, o Google também é notável pelo ritmo de inovação e pela abrangência com que parece interpretar sua missão de "organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil". A atual lista de ofertas da companhia inclui: software para buscar arquivos em computadores pessoais; um serviço de e-mail; mapas; imagens de satélite; serviço de mensagens instantâneas; ferramentas para blogs; um serviço para a publicação e o compartilhamento de fotos digitais pela rede; e buscas especializadas em notícias, vídeo, compras e informações locais. O empreendimento mais controverso do Google até o momento, o Google Print, é um projeto para copiar e catalogar milhões de livros; ele enfrenta ações judiciais de algumas editoras e autores, que denunciam a violação de direitos autorais.
O Google, que tende a manter seus planos em segredo, certamente tem dinheiro para financiar empreendimentos bastante ambiciosos. Suas receitas crescem quase 100% ao ano e seus lucros aumentam ainda mais rápido.
IMÓVEIS
Os executivos da empresa só falam das perspectivas da companhia em termos gerais, mas sugerem horizontes quase sem limites. "Acreditamos que as redes de busca, como indústrias, continuam nos estágios iniciais de crescimento, com grande potencial para o futuro", disse Eric Schmidt, executivo-chefe do Google, em reunião com analistas no mês passado.
Entre os muitos projetos em desenvolvimento e discussão no Google está um serviço imobiliário, segundo uma fonte que participou de reuniões sobre a proposta. O conceito, disse a fonte, é melhorar as capacidades dos serviços de imagens de satélite, mapas e buscas locais da companhia e combiná-los com listas de imóveis.
O serviço, continuou a fonte, poderia facilitar muito a procura por imóveis, permitindo que os potenciais compradores visitassem menos agentes imobiliários e propriedades. Se tiver sucesso, o serviço será outro ímã para os anúncios de texto que aparecem ao lado dos resultados das buscas, fontes da maior parte da receita do Google. Em telecomunicações, a empresa tomou algumas iniciativas que atraíram a atenção dos executivos do setor. O Google comprou capacidade de cabos de fibra óptica nos Estados Unidos e investiu numa companhia que oferece acesso à internet em alta velocidade através da rede elétrica. E está participando de uma experiência para fornecer acesso à internet sem fio e gratuito em São Francisco, nos Estados Unidos.
Isto leva a especulações de que a companhia quer construir uma GoogleNet (rede Google) nacional e gratuita, paga principalmente pela publicidade. E os executivos do Google parecem se divertir lançando pistas torturantes, ainda que vagas. "Estamos nos concentrando no acesso à informação tanto quanto na busca em si, pois ambos são necessários", disse Schmidt em outubro. Os executivos de telecomunicações são céticos quanto à possibilidade de o Google invadir seriamente seu setor num futuro próximo. Para começar, dizem eles, será difícil e caro construir uma rede nacional.
Mesmo assim, eles monitoram cada passo do Google. "O Google é sem dúvida um potencial concorrente", disse Bill Smith, diretor de tecnologia da americana BellSouth, companhia telefônica regional baseada em Atlanta. As maiores rivais das companhias telefônicas no serviço de acesso à internet, observou Smith, são as operadoras de TV a cabo. "Mas não ignoro o Google, de modo algum", disse ele. "Seria tolice fazer isso hoje em dia."
Quanto ao varejo, o Google não tem interesse em armazenar e vender mercadorias. Seu potencial impacto é mais sutil, mas continua significativo. Toda loja tem uma coleção de produtos, alguns mais lucrativos que outros. Mas os itens menos lucrativos podem atrair as pessoas para as lojas, onde elas também compram os produtos com grandes margens de lucro - uma prateleira, na prática, subsidia a outra.
Os motores de busca, combinados com outras tecnologias, têm o potencial de levar a comparação de preços ao nível das prateleiras. Os fabricantes de celulares, por exemplo, estudam o conceito do "telefone de compras", com uma câmera que pode ler códigos de barras dos produtos. O telefone poderia conectar-se a bases de dados e serviços de busca e, com a ajuda de tecnologia de satélite, revelar que o modelo de TV de tela plana na frente do consumidor é US$ 200 mais barato numa loja perto dali.
"Vemos este enorme poder passando para o consumidor neste ambiente do Google", disse Lou Steinberg, diretor de tecnologia da Symbol Technologies, que fornece leitores de código de barras a varejistas. Tais serviços poderiam levar a preços mais baixos para o consumidor, mas também a uma competição implacável que ameaça empreendimentos existentes.
MÍDIA
Um jornal ou uma revista podem ser vistos como uma loja de mídia - uma coleção de
notícias, entretenimento e publicidade entregue num pacote. Uma ferramenta como o Google News permite que um leitor ou anunciante faça escolhas, dividindo o pacote por meio da separação dos artigos e anúncios. E os anúncios do Google, ao lado dos resultados da busca, muitas vezes são geradores de vendas mais eficazes que os anúncios impressos.
"O Google certamente representa um desafio para os jornais", afirmou Gary B. Pruitt, executivo-chefe da McClatchy Company, rede de 12 jornais que inclui The Star Tribune, em Minneapolis, e The News & Observer, em Raleigh, Carolina do Norte. "O Google está atacando a base de publicidade dos jornais."
Ao mesmo tempo, o Google e a tecnologia de busca tornam-se cruciais para a saúde dos jornais, à medida que mais leitores migram para a internet. Como um caminho para o futuro, Pruitt diz que seus jornais podem prosperar oferecendo buscas de produtos locais, mas também fazendo parcerias com motores de busca para atrair leitores.
Dentro dos setores, a influência da busca na internet é freqüentemente desigual. Os motores de busca, por exemplo, estão sendo adotados pelos fabricantes de automóveis, mas representam uma ameaça para os revendedores. George E. Murphy, vice-presidente de marketing global da Chrysler, disse que a companhia compra anúncios com 3 mil palavras-chave por dia nos grandes sites de busca: Google, Yahoo, MSN (da Microsoft) e AOL, cujas buscas são mantidas pelo Google. Se alguém digita uma dessas palavras-chave, os resultados da busca são acompanhados por um link patrocinado para um site da Chrysler.
A Chrysler refina sua abordagem baseando-se em quais palavras de busca atraem cliques e estuda o tráfego em seu site à procura de pistas para a transformação de internautas em compradores. "Temos mestres trabalhando nisso", disse Murphy. "Agrande vantagem da busca é que você pode aplicar a matemática e seguir o rastro."
Depois de seguir um link para um site da Chrysler, um possível comprador pode configurar um modelo, encontrar um revendedor e obter um preço preliminar. Apenas os revendedores podem fazer cotações finais de preço. No entanto, com mais
informações na internet, a direção das coisas é clara, na visão de Murphy. "Isso vai mudar fundamentalmente o que o revendedor faz, pois descrever o veículo para as pessoas deixará de agregar valor para o consumidor", afirmou ele. "Se os revendedores não mudarem, vão virar dinossauros."
Breyer, o diretor da Wal-Mart, observa o Google atentamente em seu trabalho como sócio-gerente da Accel Partners, firma de capital de investimento no Vale do Silício. Hoje, ele aconselha os novos empreendimentos a evitar uma "rota de colisão" com o Google, do mesmo modo que, por muito tempo, aconselhou as companhias nascentes a ficarem longe do bastião da Microsoft no software para computadores pessoais.
A busca na internet, como a computação pessoal no apogeu, é uma tecnologia perturbadora, disse ele, pois ameaça empreendimentos tradicionais e abre as portas para novos. "Acreditamos que sobram oportunidades para a inovação na economia Google", disse Breyer.

Orkut apresenta nova busca

A Google mostra que não esqueceu do Orkut e apresenta essa semana uma novíssima ferramenta de buscas por pessoas.
Agora além de pesquisar pelo nome, também é possível encontrar pessoas por interesses. Por exemplo, pode-se fazer uma busca por pessoas que curtem Campos do Jordão ou até mesmo que adorem comer Miojo Cru. :)
O legal da nova busca é que pode-se visualizar o resultado por detalhes ou em grade. Ao passar o mouse sobre uma foto, uma descrição da pessoa é exibida em uma janela.
Para acessar a nova busca, basta clicar em "Pesquisar" no menu superior do Orkut.

sábado, novembro 12, 2005

Google Account ganha mais um serviço

Após migrar a gigantesca base de usuários do popular serviço Orkut ao Google Accounts, a Google resolveu migrar também usuários do serviço AdSense, a "fonte de ouro" da gigante das buscas.
Grande parte dos usuários que acessam o serviço, já podem notar pequenas diferenças na forma de login típicas das Contas Google, como a mensagem "Carregando...".
Com a adoção das contas universais da Google pelo AdSense, a empresa está criando uma enorme gama de serviços que podem ser acessados com o mesmo email e senha. Os principais são:
  • Gmail
  • Talk
  • Alerts
  • Reader
  • Answers
  • Homepage e busca personalizadas
  • Grupos
  • Froogle
  • AdWords & AdSense
  • Orkut

Com o serviço ganhando popularidade, é muito provável que a Google tente criar parcerias com outras empresas para que utilizem a mesma segurança e integração em seus sites, a exemplo do que a Microsoft tentou com seu .Net Passport.

Dica para encontrar MP3 no Google

Os robôs do Google indexam todo o conteúdo livre que acham pela frente. Assim, além de páginas web e vários formatos de arquivos, o motor consegue indexar pastas inteiras com mp3, filmes, livros e documentos.

Muitas pessoas têm diretórios em seus servidores somente para armazenar e compartilhar mp3. Como o Google vasculha tudo, ele acaba encontrando esses diretórios e indexando-os. Para achá-los, basta usar os parâmetros certos, e discografias inteiras de alguns artistas podem ser encontradas pelo buscador.

O parâmetro a seguir encontra justamente essas fontes de mp3. Basta substituir o nome da banda citado aqui pela de sua preferência, ou então pelo nome da música a ser procurada. Pode-se trabalhar na busca também para que o buscador exiba filmes e outros tipos de documentos.
-inurl:htm -inurl:html intitle:"index of"
"Last modified" mp3 "linkin park"
Sabemos que é ilegal baixar mp3 direto protegidos por direitos autorais sem autorização na internet, mas este é um recurso interessante que pode ser utilizado também para qualquer outro tipo de arquivo.

sexta-feira, novembro 11, 2005

Americanas com tecnologia do Google

A gigante brasileira de comércio eletrônico, Americanas.com, anunciou uma parceria com a Google. A partir do próximo dia 14, clientes da Americanas.com irão pesquisar os mais de 160 mil itens a venda no site por meio de uma ferramenta exclusiva.

A ferramenta em questão é um equipamento denominado Google Search Appliance. Por meio de uma parceria com a Impsat, que hospedou o equipamento em seu Data Center nos Estados Unidos, e com a Akamai, empresa voltada para a distribuição de conteúdo pela Internet representada no Brasil pela Exceda.

Fonte: Meio Bit

Google Publication Ads


A Google acaba de lançar o Google Publication Ads, serviço similar ao de publicidade Google AdSense, mas com uma diferença básica: o novo serviço é para impressos, e não para a web.

Segundo a Google, o novo serviço "o habilita a colocar anúncios em publicações impressas, aumentando a audiência e selecionando a publicação de acordo com assunto e dados demográficos". Por enquanto, a Google tem acordo apenas com dois jornais de Chicago, mas o número de parceiros deve crescer futuramente.

Visite: Google Publication Ads (Beta)
Fonte: blog.outer-court.com

Histórico de pesquisa no Google News

Quem navega do mar de notícias que o Google News proporciona diariamente, sabe que é meio complicado achar uma notícia já lida, após algumas horas. Para resolver este problema, a Google indexou no serviço a ferramenta de histórico, agora, assim como se pode ter o histórico de pesquisas na web e de imagens, pode-se armazenar o histórico de notícias procuradas e até marcar as mais importantes, salvando-as nos favoritos do Histórico de pesquisa.


Parece que agora só falta um Google News em português, mas segundo Hohagen, diretor da Google no Brasil, isso está próximo.

Aproveitamos para anunciar que o Personalized Search foi promovido do Google Labs, e a partir de agora deixa de ser um simples projeto para integrar o time de produtos oficiais da Google.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Google Talk 1.0.0.76

O Sonic Nix nos reportou que o Google Talk sofreu uma pequena alteração e agora encontra-se na versão 1.0.0.76. Parece que uma das únicas novidades é a alteração do ícone do programa na bandeja do sistema do windows quando se recebe e-mail em sua conta do Gmail.

Wi-fi grátis em Mountain View

O projeto de distribuição gratuíta de internet sem foi na cidade de São Francisco parece ter dado certo (veja: Google oferece wi-fi gratuito a São Francisco). Agora quem vai ganhar uma rede wi-fi grátis é a cidade de Mountain View, onde fica localizado o GooglePlex, sede da Google. 300 pontos distribuídos pela cidade deverão levar a internet à cidade. Segundo os engenheiros da empresa, até os primeiros meses de 2006 a rede já deve estar em pleno funcionamento.
O propósito de levar rede wi-fi grátis à Mountain View é explicada pela empresa como uma necessidade de dar acesso fácil e rápido às informações disponíveis no mundo.
Leia mais: Mercury News

Googlism

Googlism é um site bastante interessante. Utilizando o motor de buscas do Google, ele é capaz de encontrar descrições de objetos, pessoas ou qualquer outra coisa.

Lógico que os resultados não devem ser levados a sério, pois ele apenas escreve o que encontra nos resultados do Google. Mas é bastante interessante digitar seu próprio nome para encontrar algumas definições.

Visite: Googlism

[Exclusivo] Festa de lançamento do Google Brasil

A entrada da Google no mercado Brasileiro já aconteceu, mas não foi oficialmente anunciada. Para oficializar a participação da empresa no Brasil e mostrar qual o interesse da empresa no país, será realizada no próximo dia 17 de Novembro, 19h e 30 min, a Festa de Lançamento da Google Brasil em um Hotel de São Paulo. Resolvemos não divulgar o local do evento para não gerar transtornos, uma vez que somente alguns poucos convidados poderão entrar.

No evento estará o presidente da Google Brasil, Alexandre Hohagen, além de Sukhinder Singh, vice presidente da Google para América latina e Ásia-Pacífico.

Daniel Gagliardi, um amigo do Blog, nos mandou uma foto do convite. Acreditamos que somente algumas grandes empresas que trabalham principalmente com web estão recebendo o convite.

quarta-feira, novembro 09, 2005

Google Automat?

Quem já negociou ou usa os serviços do Mercado Livre (uma subsidiária brasileira da eBay), sabe que cada vendedor tem um certo espaço para anunciar seu produto. Neste espaço pode-se colocar a descrição do produto, fotos e informações do vendedor. É fato que Mercado livre tem um poder incrível de venda aqui no Brasil, e a Ebay tem um poder maior ainda sobre o mercado de vendas on-line americano.
O site PaidContent.org descobriu que a Google está montando um serviço de vendas, que lembra o eBay. O que o suposto Google Automat propõe é o anúncio de produtos on-line, no estilo Adsense, onde o anunciante não precisa ter sua página ou serviço disponível em um servidor, pois a própria Google fornece o espaço para informações do produto, algo parecido com o espaço fornecido para os vendedores do Mercado Livre.

Com este mecanismo, qualquer pessoa poderá vender produtos, anunciar eventos, promover o que quiser utilizando tecnologia e hospedagem da Google.

O que a empresa tem a ganhar com isso? Simplesmente ela quer bater de frente com o eBay, um dos reis em comércio eletrônico nos Estados Unidos.

Agora pare e pense. Quantas vezes você já procurou algum produto no Mercado Livre? E quantas vezes já se interessou ou até comprou o produto? Agora imagine o serviço da Google que terá todo o poder do Adwords em sugerir as propagandas conforme a busca efetuada.

Um certo cheiro de fake está no ar, mas acreditamos que o serviço realmente irá funcionar, se não com este nome, talvez com o nome de Base, afinal a proposta do Google Base é algo semelhante ao que citamos aqui.

Leia mais: InsideGoogle
Veja possíveis rascunhos das telas do serviço aqui.

Google estreita relação com Firefox

A Google Inc. parece estar mesmo disposta a tomar mercado da gigante Microsoft.
Após desbancar o MSN, abalar o Hotmail e afrontar o Microsoft Office e o MSN Messenger, a Google agora está de olho no mercado do Internet Explorer. Ben Goodger, funcionário da Mozilla Foundation e contratado pela Google em janeiro deste ano, confirmou que a empresa está investindo em pesquisas e testes de usabilidade no navegador de código aberto Firefox.
Além disso, a gigante das buscas criou um programa de recompensas a desenvolvedores web que conseguirem convencer usuários a instalarem o navegador. A cada nova instalação, o "parceiro" recebe 1 dólar. O programa inicialmente está disponível apenas nos Estados Unidos.

terça-feira, novembro 08, 2005

Google Easter Game

Não é de hoje que o Google homenageia datas comemorativas com logos especiais. Já na páscoa do ano 2000, a empresa de buscas fez uma brincadeira bastante inusitada em sua homepage: ofereceu um pequeno jogo, desenvolvido em Java, no qual o objetivo é ajudar um coelho a pegar as letras que caem do alto, formando a palavra Google. É importante coletar as letras obedecendo a ordem de cores da logo.

Acesse: Google Easter Game

Google emplaca capa da revista Exame

A revista Exame dessa semana, da Editora Abril, tem como reportagem de capa o tema "O Google quer dominar o mundo".

A matéria é bastante interessante e completa, e ela própria já vale a compra do exemplar por quem quer conhecer mais a fundo a gigante das buscas. :)

Uma versão online da matéria foi aberta ao público, e pode ser lida aqui.

segunda-feira, novembro 07, 2005

Yahoo Maps mostra peixaria no lugar da Google

A versão beta do novo Yahoo Maps, todo desenvolvido em Flash e que tentará roubar uma fatia do bolo do Google Maps, fez uma brincadeira um tanto quanto ousada. Simplesmente, no lugar da sede da Google, é exibida uma peixaria, nomeada "The Dudes's Fish Store".

A brincadeira é assumida pela Yahoo, e possui inclusive um site com informações sobre a peixaria fictícia. O telefone para contato da peixaria, "coincidentemente", é o mesmo da Google.

Algo similar ocorreu em julho deste ano, com o lançamento do MSN Virtual Earth, aonde um terreno vazio era exibido no lugar da sede a Apple.

Google aprimora buscas locais via telefone celular

A gigante Google lançou nesta segunda-feira uma nova versão de seu programa para buscas locais nos EUA via telefone celular. O serviço, lançado em abril deste ano, está disponível em versão de testes no endereço www.google.com/glm/index.html.

O programa que combina endereços, mapas e imagens via satélite pode ajudar uma pessoa a encontrar, por exemplo, uma farmácia perto de onde está. Junto com informações sobre os estabelecimentos --nome, endereço e telefone--, a ferramenta oferece um mapa que "guia" o usuário pelas ruas dos EUA.

O serviço faz parte da estratégia do Google de aumentar sua presença no mercado wireless (sem fio), já que cada vez mais aparelhos móveis habilitados para acessar a internet são lançados. Além disso, a empresa está diversificando seus serviços de busca local, um mercado de US$ 14 bilhões nos Estados Unidos.

Leia mais: Folha Online

domingo, novembro 06, 2005

Busca personalizada por Copyright

Por Renato Pires:

O google disponibilizou um novo serviço na busca personalizada, o qual você pode filtrar a sua pesquisa pelo uso de direitos autorais. Os três diferentes tipos são:


1. Resultados que não são filtrados pela licença (isso é relativamente velho, configuração padrão, onde retorna com resultados tanto dos com copyright como os com licença livre).

2. Resultados que são uma forma de re-uso (isto e para licenças com algumas restrições).

3. Resultados que podem ser livremente modificados, adaptados ou reconstruídos (esses podem se arquivos de domínios público, ou não especificado que há copyright).

Esse recurso não é somente para o interesse de quem republica artigos em seu site, isto pode servir para incentivar para que o conteúdo publicado na web possa ser autorizado para re-uso, porque assim, poderá ser usado em maiores rankings quando as pessoas estão procurando com esse tipo de filtro avançado.

Moderação de comentários no Blogger

A partir de agora os donos de blog que têm suas páginas criadas pelo mecanismo Blogger, da Google, poderão moderar os comentários que são realizados em seus posts.
A ativação do serviço de moderação de comentários é simples (visite a guia comentários no menu definições), e dá mais tranquilidade aos administradores, que muitas vezes têm de enfrentar comentários deselegantes ou até discussões irrelevantes ao post criado.
Para maiores informações quanto à ativação, visite: Quero ser o moderador dos comentários no meu blog. Como faço isso?
Um novo recurso de apareceu recentemente, foi o de links de retorno, que mostram blogs ou sites que lincaram para seu site. Leia mais sobre isso: O que são backlinks e como usá-los?
Ainda não achamos necessário o uso de moderação nos comentários do Google Underground, porém já aplicamos o recurso de Links de retorno que parece ser muito interessante, pois mostra quem adicionou nossos posts em seus sites ou blogs.

Google quer também dominar a publicidade

Saiu na Folha de São Paulo deste Domingo (06) e o Scorpii mandou pra gente:

SAUL HANSELLDO "NEW YORK TIMES"

Sob muitos aspectos, Larry Page e Sergey Brin parecem uma dupla improvável para liderar uma revolução na publicidade. Como estudantes de Stanford que esboçaram a idéia que se tornaria o Google, os dois engenheiros de software escreveram num trabalho acadêmico que "máquinas de busca patrocinadas por publicidade serão inerentemente inclinadas para o anunciante, afastando-se das necessidades dos consumidores". Eles atenuaram um pouco a frase quando chegaram ao ponto de oferecer seu negócio a capitalistas de risco, admitindo que a venda de anúncios seria uma rede de segurança útil caso suas outras idéias de bom gosto para gerar renda não dessem certo.

O Google cresceu em popularidade nos primeiros anos, mas só teve rendimento significativo quando seus fundadores relutantemente caíram na rede de segurança e começaram a vender anúncios. Mesmo assim, eles abordaram a publicidade com uma mentalidade de engenheiros: os anúncios seriam mais parecidos com biscoitos da sorte do que com qualquer coisa que a avenida Madison [centro da publicidade americana, em Nova York] pudesse imaginar. Como se viu, a rede de segurança era um trampolim. Aqueles pequenos anúncios -textos de 12 palavras ligados a assuntos em que os usuários estavam interessados - transformaram o Google em um dos maiores veículos de publicidade que o mundo já viu. Neste ano a companhia vai vender US$ 6,1 bilhões em anúncios, quase o dobro que no ano passado, segundo Anthony Noto, analista da Goldman Sachs. É mais publicidade do que a vendida por qualquer grupo de jornais, editora de revistas ou rede de televisão. No próximo ano, calcula Noto, o Google terá renda de publicidade de US$ 9,5 bilhões. Isso o colocaria em quarto lugar entre as companhias americanas de mídia em vendas totais de anúncios, depois da Viacom, da News Corporation e da Walt Disney Company, mas à frente da NBC Universal e da Time Warner.

Sem fio

Não satisfeito em extrair dólares das buscas na web, o Google está usando seus retornos para financiar uma gama eclética de projetos que têm o potencial de perturbar outras indústrias. Entre outros, está se oferecendo para construir uma rede de internet sem fio gratuita em San Francisco, tem planos para escanear quase todos os livros já publicados e está testando um sistema de anúncios classificados gratuito que chama de Google Base. Mais silenciosamente, a empresa também está se preparando para perturbar o próprio ramo de publicidade, ao substituir as técnicas de vendas criativas por um frio cálculo matemático. Sua premissa até agora é que a publicidade é mais eficaz quando só é vista pelas pessoas que estão interessadas no produto à venda, com base no que elas estão buscando ou lendo na web.

Como os anunciantes no Google só pagam quando os usuários clicam sobre os anúncios, eles podem medir precisamente sua eficácia e aceitam pagar mais por anúncios que realmente vendem seus produtos.

Inteligência artificial

O Google já criou o que ele considera um dos mais sofisticados sistemas de inteligência artificial já construídos. Em uma fração de segundo, ele pode avaliar milhões de variáveis sobre seus usuários e anunciantes, compará-las com sua potencial base de dados de bilhões de anúncios e apresentar a mensagem à qual o usuário tem maior probabilidade de reagir.

O Google já vende seus anúncios em texto para muitos outros sites na internet (incluindo o nytimes.com) e também está experimentando vender publicidade interativa baseada em imagens, a preferida pelos marqueteiros que querem promover marcas, e não vender produtos imediatamente. Agora ele se prepara para estender sua tecnologia a quase todos os outros meios, mais significativamente a televisão. A empresa prevê um mundo de caixas de TV digital a cabo via internet, que permitirão mostrar comerciais sob medida para cada espectador. Eric E. Schmidt, o principal executivo do Google, explica o surpreendente sucesso da empresa em publicidade e o reconcilia com a desconfiança que seus fundadores tinham da publicidade agressiva dizendo que a publicidade deve ser interessante, relevante e útil para os usuários. "Melhorar a qualidade dos anúncios melhora a receita do Google", disse. "Se nós dirigirmos o anúncio certo para a pessoa certa no
momento certo e ela clicar nele, ganhamos." Essa proposta, ele continuou, é aplicávela outras mídias. "Se conseguirmos encontrar uma maneira de melhorar a qualidade da publicidade na televisão com anúncios que tenham um valor real para os usuários, devemos fazê-lo", disse Schmidt. As indústrias de mídia e publicidade certamente vêem um futuro em que os anúncios de televisão serão dirigidos paraespectadores individuais. Mas poucas pessoas além dos Ph.D. em engenharia do Google pensam que os anúncios de televisão devem ser simplesmente utilitários, em vez de divertidos, provocativos ou terrivelmente repetitivos -os modelos que funcionaram até agora.

De volta ao passado

O Google lançou seu atual sistema para determinar que anúncio mostrar em que página no final do ano passado. É uma maravilha tecnológica que se equipara em complexidade à sua máquina de buscas. Para cada página que o Google mostra, mais de cem computadores avaliam mais de 1 milhão de variáveis para escolher os anúncios em seu banco de dados e exibi-los em milissegundos.

O Google também coloca anúncios de texto em todo tipo de site publicado por companhias profissionais de mídia e por amadores. Brin criou seu programa no início de 2003, depois de ficar preocupado que a saturação da internet impedisse as pessoas de criar páginas interessantes para indexar no Google. Essa tecnologia, chamada de AdSense for Content, tornou a publicidade no Google mais atraente e forneceu a base econômica para o surgimento de blogs.Enquanto isso, os anunciantes tiveram de se esforçar para se adaptar a essa abordagem completamente diferente da compra de anúncios. Eles tiveram de encontrar maneiras de acompanhar as ofertas sobre milhares de palavras-chaves e medir quais anúncios, ligados a quais palavras-chaves, produziam quais vendas -e então descobrir se tinham oferecido a quantia certa pelo anúncio.

Amor e ódio

Muitos anunciantes e suas agências têm uma poderosa relação de amor e ódio com o Google. Eles o consideram uma fonte de vendas, mas às vezes, dizem, é difícil tratar com o Google. Existe crescente sensação de que um número importante de cliques que os anunciantes pagam são fraudulentos, feitos por concorrentes que tentam esgotar os orçamentos de publicidade ou por sites que tentam aumentar a renda que recebem por exibir os anúncios. O Google diz que tem tecnologia para minimizar o que é chamado de fraudede cliques, mas muitas pessoas duvidam que a incidência de fraudes seja tão baixa quanto o Google afirma. Na outra ponta do espectro, o Google também está tentando se concentrar no que o mercado da internet chama de publicidade "branding" -o tipo que domina a televisão e as revistas e cria consciência de um produto, mas não apela aos espectadores para que comprem imediatamente.

O Google conseguiu convencer algumas companhias de que seus anúncios de texto podem ajudar a aumentar a consciência sobre seus produtos, mesmo que as pessoas não cliquem neles para comprar alguma coisa. Mas os altos executivos também estão se reunindo semanalmente para desenvolver uma estratégia mais ampla para publicidade de "branding". Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves